quinta-feira, 5 de maio de 2011

a quem interessa possa?Reflexão

O déficit da Prece iniciou em 2001, ou seja, há dez anos atrás e o Órgão Fiscalizador ( antiga SPC – Secretaria de Previdência Complementar) desde 2004 vem exigindo formalmente o equacionamento imediato do déficit da PRECE. No ano de 2004, a Fundação já apresentava um déficit de R$ 236.514.948,81. Perguntamos por que a Prece não fez o equacionamento neste ano de 2004 e somente o fez em agosto de 2010, quando o déficit já estava na casa de R$ 700.000.000,00?





Porque os novos contratados da CEDAE não foram incluídos na nova proposta de plano CV (Contribuição Variável) da PRECE?



A Direção, parte do Conselho Deliberativo e Fiscal estão com mandatos expirados desde novembro de 2010, portanto não poderiam aprovar o novo plano de Contribuição Variável.



Nos últimos dez anos, todos os indicados pela CEDAE para serem dirigentes na PRECE, foram autuados pelo Órgão Fiscalizador por diversos desvios de conduta no sentido de má fé nas aplicações dos investimentos, fatos inclusive constatados na CPMI dos Correios. A questão é porque ainda não foram punidos?



Porque os diretores de investimentos da PRECE são extra-quadro da Empresa CEDAE?



O que será feito com relação aos R$ 532.000.000,00 investidos em papéis de baixíssima liquidez, as chamadas “moedas podres”, que ainda irão vencer e representam 38% do patrimônio do novo Plano CV da PRECE?